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quarta-feira, 24 de outubro de 2007

II Divisão - Série C

Andebol

Voleibol

Última


quarta-feira, 17 de outubro de 2007

Penelense na frente

terça-feira, 16 de outubro de 2007

Vigor 2-0 U.Coimbra


AFC - I Divisão

Radiomodelismo

sexta-feira, 12 de outubro de 2007

Próxima Jornada: Vigor x U.Coimbra

AFC - Divisão de Honra

U.Coimbra 4 - 0 Marialvas

Basquetebol

Grande Prémio de Atletismo de Vila Verde

Clássicos / Náutico Miranda ...

Opinião - Sansão Coelho

quarta-feira, 3 de outubro de 2007

quinta-feira, 27 de setembro de 2007

PARTICIPEM NO FÓRUM

Na sequência da utilização abusiva (em termos de conteúdos) de alguns dos nossos visitantes, fomos "obrigados" a exigir o registo prévio aos utentes do Fórum. Isto servirá apenas como garantia de que não voltaremos a ter aqui pessoas escondidas atrás de nomes fictícios ou anónimos a insultar ou difamar outros.
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Académica: Advogado entende que Eduardo Simões não deve sair da direcção da Briosa

O advogado de José Eduardo Simões, que vai ser julgado por oito alegados crimes de corrupção, disse hoje "não ver razão" para que o seu constituinte se afaste da presidência da Académica. "Tem que ser ele a responder, mas não vejo razões para que não se mantenha como presidente da Académica", declarou o advogado Rodrigo Santiago, questionado esta tarde pelos jornalistas à saída do Tribunal de Instrução Criminal (TIC) de Coimbra, que hoje decidiu levar a julgamento a totalidade dos oito crimes de corrupção imputados pelo Ministério Público a Eduardo Simões.. O causídico disse "ter que se conformar com a decisão" do TIC. "A decisão não é uma condenação" e o julgamento "vai dar a possibilidade aos arguidos de poderem defender-se com todas as garantias", sublinhou Rodrigo Santiago, que não pretende, em princípio, recorrer. Na sua opinião, "havia argumentos fortes para contrariar esta decisão", já que "não havia matéria" para levar a julgamento os seis crimes para os quais José Eduardo Simões requereu a abertura da instrução. A decisão do TIC, a que os jornalistas tiveram acesso no final da sessão à porta fechada, salienta que "o arguido agiu livre e conscientemente" ao praticar "actos proibidos por lei". O tribunal refere ainda, designadamente, que Eduardo Simões "aceitou para o clube as aludidas vantagens patrimoniais, consubstanciadas em valores a título de publicidade desinteressada, empréstimos sucessivos e imediatamente disponibilizados sem cobrança de juros".
Lusa

quarta-feira, 26 de setembro de 2007

Académica: Ex-presidente lamenta que crimes imputados a Eduardo Simões prejudiquem imagem do clube


O antigo presidente da Académica Campos Coroa disse hoje que o julgamento do seu sucessor, José Eduardo Simões, por oito alegados crimes de corrupção "prejudica a imagem" pública do clube de futebol de Coimbra. A ida a julgamento de todos os crimes imputados a Eduardo Simões pelo Ministério Público contribui para que "continue a arrastar-se uma imagem negativa de uma instituição secular que é impoluta", lamentou Campos Coroa, em declarações à agência Lusa. Frisando que, "até prova em contrário, o cidadão José Eduardo Simões é presumivelmente inocente", o antigo presidente da Briosa fez votos, no entanto, para que "as coisas sejam resolvidas a contento" do actual presidente do clube. "Se assim for, penso que o nome da Académica ficará menos beliscado", acrescentou Campos Coroa, que presidiu à direcção da Associação Académica de Coimbra (Organismo Autónomo de Futebol, OAF) durante cerca de sete anos, entre 1995 e 2002.
Contactado pela Lusa, o presidente da Câmara, Carlos Encarnação, escusou comentar a decisão do TIC divulgada esta tarde. "Não devo, nem quero fazer qualquer comentário. Um despacho de pronúncia é uma coisa, um julgamento realizado é outra", disse Carlos Encarnação.

Lusa

Académica: Tribunal de Coimbra leva a julgamento os oito crimes imputados a José Eduardo Simões


O Tribunal de Instrução Criminal (TIC) de Coimbra decidiu hoje levar a julgamento os oito crimes de corrupção imputados pelo Ministério Público ao presidente da Académica e antigo director de Urbanismo da câmara, José Eduardo Simões. À saída do tribunal, o advogado do dirigente desportivo, Rodrigo Santiago, disse aos jornalistas que o TIC não aceitou os argumentos do seu constituinte para que seis daqueles crimes, para os quais foi requerida a instrução, fossem excluídos do processo nesta fase. Desvalorizando a decisão do TIC, Rodrigo Santiago alegou que "havia matéria" para avançar com a instrução, deixando de fora pelo menos alguns dos crimes, mas que, da mesma forma, existe "matéria para realizar a defesa" do arguido durante o julgamento. O presidente da Associação Académica de Coimbra (Organismo Autónomo de Futebol, OAF) não pediu a abertura de instrução para dois dos crimes de que fora acusado pelo Ministério Público, tendo em conta que se trata de "matéria de prova muito complicada", declarou o causídico à agência Lusa na terça-feira. O debate instrutório do processo em que é arguido Eduardo Simões realizou-se no dia 14, não tendo ficado então decidido se iriam a julgamento ou seriam arquivados os crimes para os quais foi requerida a instrução. A audiência, em que o presidente da Académica participou acompanhado pelo advogado, decorreu durante quase três horas. Antigo director do Urbanismo na Câmara Municipal de Coimbra, Eduardo Simões foi acusado de quatro crimes de corrupção passiva para acto ilícito e de quatro crimes de corrupção passiva para acto lícito, puníveis com penas entre um e oito anos de prisão. Em causa estão algumas das alegadas ilegalidades detectadas no empreendimento imobiliário "Jardins do Mondego", na Ínsua dos Bentos, junto ao ramal ferroviário da Lousã, incluindo a construção de um piso a mais do que o permitido na zona, entretanto demolido, permanecendo as obras paradas há cerca de dois anos. Eduardo Simões apresenta 15 testemunhas, algumas delas ligadas aos serviços da autarquia. Em meados de Janeiro, o advogado Rodrigo Santiago entregou no TIC de Coimbra o pedido de abertura de instrução do processo. Os factos imputados ao dirigente desportivo são publicamente conhecidos desde 12 de Dezembro de 2006, tendo a direcção da Académica reunido nesse mesmo dia para manifestar solidariedade e confiança na gestão de José Eduardo Simões, eleito em 17 de Dezembro de 2004 para um mandato de três anos. Tendo tomado posse como presidente da Académica no início de 2005, já tinha assumido a vice-presidência do clube no biénio 2003-2004. Eduardo Simões é suspeito de ter favorecido promotores imobiliários a troco de donativos para a Académica, na qualidade de director de urbanismo da Câmara. No mesmo processo, foram também acusados dois empresários do sector da construção civil, Joaquim Antunes dos Santos, morador no Monte Estoril (Cascais), e José da Silva Pascoal, residente em Pombal.
Lusa

Div. Honra - AFC


I Divisão - AFC

Académica - Hélder Barbosa em entrevista